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Aversão a Risco ou Aversão a Perda

Em um cenário tão conturbado como o que temos vivido nos últimos tempos, gostaria de convidar vocês a refletir um pouco sobre estas duas características que não são a mesma coisa.

O risco, explicado de forma rápida, é um índice que indica a chance que o investidor tem de não atingir o seu objetivo. Assim, quanto maior o risco menor a possibilidade de o investimento cumprir com o seu papel para o investidor.

Como o foco de um investimento está na recompensa e não no risco, quanto maior for a recompensa pelo investimento mais aceitável será o risco.

Desta forma, a aversão ao risco, tem por base o comportamento humano quando é exposto a incertezas.

Quando completamos com sinceridade os famosos questionários de “Perfil de Risco” ou “suitability” que as instituições financeiras nos fazem preencher, damos uma indicação de como nos comportamos com o risco das nossas carteiras de investimento. Em outras palavras, o quanto somos avessos, ou não, ao risco.

Esta característica, que é muito pessoal, não deve sofrer alterações em períodos curtos de tempo, a não ser que tenham ocorrido eventos traumáticos ou inesperados com o investidor, como por exemplo: a perda do emprego, uma doença grave, alterações drásticas no planejamento financeiro, etc..

Com a nossa aversão a risco devidamente delimitada em um perfil de risco feito de forma correta, nos cabe ter disciplina ao investir, fazendo coisas que são básicas para um consultor de investimento, mas nem tão fáceis para a maioria das pessoas, como o balanceamento de carteiras, reavaliação periódica do portfolio, a constante escolha dos ativos investidos, venda e compra de posições e assim por diante.

Em cenários como os atuais, essas atitudes não são tão fáceis por conta da nossa aversão a perda.

A aversão a perda nos faz atribuir maior importância às perdas do que aos ganhos, induzindo-nos frequentemente a correr mais riscos no intuito de tentar reparar eventuais prejuízos. Do ponto de vista psicológico, a dor da perda é sentida com muito mais intensidade do que o prazer com o ganho, e pode fazer o investidor insistir em investimentos sem perspectiva futura de melhora, seja pelo medo da dor de realizar prejuízo, seja pela recusa em admitir eventuais erros na escolha da aplicação.

Alguns estudos sobre o comportamento dos investidores sugerem que quanto mais um indivíduo ganha, menor é o acréscimo de satisfação que ele sente, e o efeito potencialmente prejudicial desse viés é fazer o investidor liquidar precipitadamente as posições lucrativas e ainda promissoras, por receio de perder o que já foi ganho.

Sugerimos cautela e reflexão ao tomar decisões sobre seus investimentos em períodos como os que vivemos hoje em dia, e nós do Grupo Taiga nos colocamos a sua disposição para discutirmos seu perfil de risco, as alocações de sua carteira e as possíveis modificações que possam ser feitas de acordo com seus objetivos de curto, médio e longo prazo.

Ricardo Landskron, CFP