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Planejamento Financeiro Pessoal, SEUS OBJETIVOS E VOCÊ! - Parte III

Se você leu alguns dos nossos "posts" sobre planejamento, já percebeu que conhecer os seus objetivos é parte essencial do processo. Parte I e Parte II

Hoje vamos abordar uma parte mais específica de tudo isso:

Os seus objetivos de longo prazo precisam "conversar" com a sua capacidade ou vontade de assumir riscos, mas antes disso, eles precisam estar alinhados com quem você é!

Atualmente temos muitos autores, alguns até renomados, tentando nortear você na forma de poupar para alcançar esses objetivos.

Há os que digam que você deve poupar durante a vida toda, desde o inicio. Alguns sugerem inclusive, que você tenha um percentual estimado e fixo (10, 20 ou 30% da sua renda mensal).

Quem já não ouviu aquela "tia das antigas" dando esse conselho num jantar de família quando éramos mais novos? ...

Essa é uma visão embasada em épocas incertas, que nós brasileiros nos acostumamos a viver nas últimas décadas, ainda que com cada vez menos frequência, mas que nos mantém sempre alertas e aptos a enfrentar crises eventuais.

Temos da mesma forma, muitos autores escrevendo sobre o conceito de "Renda Permanente" e "Postergação da poupança para o momento da vida em que a renda supera os gastos das pessoas", nesta hipótese, uma pessoa pode gastar mais no inicio da vida profissional, e até se endividar, contando que com a expectativa de desenvolvimento de carreira e renda, num futuro próximo, poderá pagar pelas dividas, sem ter adiado projetos ou se sacrificado poupando desde sempre. Este modelo implica em maior planejamento e uma visão mais otimista do futuro.  Muito bem amparado em modelos estatísticos e matemáticos de grandes estudiosos de renome: Modigliani, por exemplo.

No fundo, precisamos entender o que você quer, e aonde quer chegar, sem deixar de olhar para quem você é, e como se sente confortável ou incomodado em lidar com o futuro. Não faz sentido elaborar um planejamento financeiro de longo prazo para você, com o qual você se sinta refém e não beneficiário, com medo dos resultados e inseguro.

De qualquer forma, aqui vai uma observação: Com tantas incertezas no nosso cenário econômico e fiscal, acredito que qualquer planejamento de longo prazo que envolva a sua aposentadoria, e que seja CONSERVADOR, não deveria considerar da forma como é hoje, a previdência social oficial, pois não sabemos o quanto poderá mudar no futuro próximo.

Convido você a nos "provocar" com suas questões de planejamento de longo prazo. Teremos o maior prazer em entender sua realidade e ajudar a que você alcance seus objetivos.

 

 

Ricardo Landskron, CFP